meteoritos que se desfazem no embate da nuvem do tempo. pontos finais sem início de maiúsculas. oitenta anos vividos nuns escassos cinquenta. na turbulência das águas que correm o (re)encontro com a tranquilidade. os projectos num percurso crescente. curva de gauss inacabada. e para sempre guardado...the river.
segunda-feira, janeiro 02, 2012
domingo, janeiro 01, 2012
2012
Hoje é dia de ANO BOM, na passagem do testemunho que corra a brisa do amanhecer.
E, cruzando pensamentos - Se a felicidade bafejar quem a merece e a anseia ardentemente, 2012 será o ano de todas as nossas alegrias.
E, cruzando pensamentos - Se a felicidade bafejar quem a merece e a anseia ardentemente, 2012 será o ano de todas as nossas alegrias.
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Una carta de amor
Todo lo que de vos quisiera
es tan poco en el fondo
porque en el fondo es todo,
como un perro que pasa, una colina,
esas cosas de nada, cotidianas,
espiga y cabellera y dos terrones,
el olor de tu cuerpo,
lo que decís de cualquier cosa,
conmigo o contra mía,
todo eso es tan poco,
yo lo quiero de vos porque te quiero.
Que mires más allá de mí,
que me ames con violenta prescindencia
del mañana, que el grito
de tu entrega se estrelle
en la cara de un jefe de oficina,
y que el placer que juntos inventamos
sea otro signo de la libertad.
Julio Cortázar
Todo lo que de vos quisiera
es tan poco en el fondo
porque en el fondo es todo,
como un perro que pasa, una colina,
esas cosas de nada, cotidianas,
espiga y cabellera y dos terrones,
el olor de tu cuerpo,
lo que decís de cualquier cosa,
conmigo o contra mía,
todo eso es tan poco,
yo lo quiero de vos porque te quiero.
Que mires más allá de mí,
que me ames con violenta prescindencia
del mañana, que el grito
de tu entrega se estrelle
en la cara de un jefe de oficina,
y que el placer que juntos inventamos
sea otro signo de la libertad.
Julio Cortázar
terça-feira, dezembro 20, 2011
quinta-feira, dezembro 01, 2011
quinta-feira, novembro 10, 2011
lágrima
Lágrima aprisionada na bolsa da memória. Na curva factídica da estrada onde o rio se junta ao mar há o cruzamento da esperança e da vida, factor comum a duas realidades que apenas e só na aparência diferem. Em parceria, solta-se a lágrima retida na obrigatoriedade do aparente bem estar. E o tempo é folha que cai, na azáfama do dia a dia a ilha forma-se e é dor. Vidas desfeitas pelo capricho do destino, avanço de um dia que o tempo roubou. Cruza-se o som das sirenes com a lamento de uma juventude roubada. As palavras são apenas o embrulho de um conteúdo que se esconde.
quarta-feira, novembro 09, 2011
chuva
No dilúvio das emoções o som das cordas da guitarra que se eleva. A noite aquieta-se na cadência da chuva que cai. E há a tristeza.
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