quinta-feira, dezembro 28, 2006
recordações

quarta-feira, dezembro 27, 2006
falar de amor
Hoje apetece-me falar de amor, daquele que nos destrói a razão e nos faz fazer figuras ridículas. Mas só são ridículas aos olhos de quem as não compreende, daqueles que não sabem que o amor nos intervalos das fortes emoções nos deixa serenos e com a sensação de que tudo tem solução, daquele que nos dá força, que vai buscar energias que nos levam a ultrapassar montanhas. O amor é ridículo, mas só um coração que consegue ter dores é um coração jovem e forte. Quero ser ridícula, sou ridícula!
terça-feira, dezembro 19, 2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Quando a diferença de potencial se aproxima de zero...
Em passo de corrida e antes de me enfiar num Congresso da SPQ, venho aqui colocar este post. Muito simplesmente... comoveu-me!!
É tão triste vermos os que amamos perderem as suas capacidades físicas e intelectuais.

É tão triste vermos os que amamos perderem as suas capacidades físicas e intelectuais.
quinta-feira, dezembro 14, 2006
vazio
Eu queria escrever... mas nem uma palavra me sai dos dedos nem uma ideia me surge no pensamento. O excesso de trabalho está a esgotar todos os meus parcos recursos.
sexta-feira, dezembro 08, 2006
ser português
Saudade! Gosto amargo de infelizes,
Delicioso pungir de acerbo espinho,
Que me estás repassando o íntimo peito
Com dor que os seios d’alma dilacera,
- Mas dor que tem prazeres – Saudade!
Misterioso númen, que aviventas
Corações que estalaram, e gotejam
Não já soro de vida, mas delgado
Soro de estanques lágrimas – Saudade!
Mavioso nome que tão meigo soas
Nos lusitanos lábios, não sabido
Das orgulhosas bocas dos Sicambros
Destas alheias terras – Oh Saudade!
Mágico númen que transportas a alma
Do amigo ausente ao solitário amigo.
Do vago amante à amada inconsolável
(…)
Em Camões, Almeida Garrett
Delicioso pungir de acerbo espinho,
Que me estás repassando o íntimo peito
Com dor que os seios d’alma dilacera,
- Mas dor que tem prazeres – Saudade!
Misterioso númen, que aviventas
Corações que estalaram, e gotejam
Não já soro de vida, mas delgado
Soro de estanques lágrimas – Saudade!
Mavioso nome que tão meigo soas
Nos lusitanos lábios, não sabido
Das orgulhosas bocas dos Sicambros
Destas alheias terras – Oh Saudade!
Mágico númen que transportas a alma
Do amigo ausente ao solitário amigo.
Do vago amante à amada inconsolável
(…)
Em Camões, Almeida Garrett
quarta-feira, dezembro 06, 2006
compilando tragédias
«A tragédia é assim hoje mais uma consciência do que uma expressão. É dentro de nós que ela se realiza, porque justamente - e isso é fundamental no modo de se ser hoje - o espírito é uma dominante no modo de se ser hoje humano.» Conta Corrente, Vergílio Ferreira
...
Será que as coisas se estão a inverter e Descartes tinha razão? Pensamos/Existimos ou Existimos/Pensamos?
...
O nosso espírito paira no ar sem que a nossa existência tenha visibilidade, apaixonamo-nos por ideias e vivemos agarrados à esperança de que aquela essência se encaixe numa determinada existência. Acontecerá um dia, estou certa, na crista de uma determinada onda electromagnética surgirão bolsas de ideias que a «engordarão» aumentando assim a sua amplitude até ao infinito.
...
Sem tempo para pensar já quase não existo!
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