
terça-feira, janeiro 30, 2007
segunda-feira, janeiro 29, 2007
domingo, janeiro 28, 2007
por entre os bits e os bytes...
...............................................................................................foto tirada da net
Digitando cada dígito
deixo minhas impressões digitais
nos bits, nos bytes
no abrir infinito dos sites
onde moram os amores, amigos
e paixões virtuais
Um coração batendo repetido
e dez dedos batendo entretidos.
O que posso eu querer mais?
Adriana Mendonça

deixo minhas impressões digitais
nos bits, nos bytes
no abrir infinito dos sites
onde moram os amores, amigos
e paixões virtuais
Um coração batendo repetido
e dez dedos batendo entretidos.
O que posso eu querer mais?
Adriana Mendonça
domingo, janeiro 21, 2007
sábado, janeiro 20, 2007
Ponto de orvalho...
Foto tirada da net
Nem se chega a saber como
um inusitado sorriso,
um volver de olhos doentes,
um caminhar indeciso
e cego por entre as gentes,
chamam a si, aglutinam,
essa dor que anda suspensa
( e é dor de toda a maneira)
como o vapor se condensa
sobre núcleos de poeira.
É essa angústia latente
boiando no ar parado
como um trovão iminente,
que em muda voz se pressente
num simples olhar trocado.
Essa angústia universal,
esse humano desespero,
revela-se num sinal,
numa ferida natural
que rói com lento exagero.
Não deita sangue nem pus,
não se mede nem se pesa,
não diz, não chora, não reza,
não se explica nem traduz.
A gente chega, respira,
olha, sorri, cumprimenta,
fala do frio que apoquenta
ou do suor que transpira,
e pronto, sem saber como,
inútil, seco, vazio,
cai na penumbra do rio,
emerge, bóia, soçobra,
fácil e desinteressado
como um papel que se dobra
por onde já foi dobrado.
António Gedeão
Só um homem das Ciências Físico-Químicas poderia ter escrito um poema destes fazendo a intercepção da emoção com a razão.
Ponto de orvalho: temperatura à qual o vapor de água presente no ar ambiente passa ao estado líquido na forma de pequenas gotas.

um inusitado sorriso,
um volver de olhos doentes,
um caminhar indeciso
e cego por entre as gentes,
chamam a si, aglutinam,
essa dor que anda suspensa
( e é dor de toda a maneira)
como o vapor se condensa
sobre núcleos de poeira.
É essa angústia latente
boiando no ar parado
como um trovão iminente,
que em muda voz se pressente
num simples olhar trocado.
Essa angústia universal,
esse humano desespero,
revela-se num sinal,
numa ferida natural
que rói com lento exagero.
Não deita sangue nem pus,
não se mede nem se pesa,
não diz, não chora, não reza,
não se explica nem traduz.
A gente chega, respira,
olha, sorri, cumprimenta,
fala do frio que apoquenta
ou do suor que transpira,
e pronto, sem saber como,
inútil, seco, vazio,
cai na penumbra do rio,
emerge, bóia, soçobra,
fácil e desinteressado
como um papel que se dobra
por onde já foi dobrado.
António Gedeão
Só um homem das Ciências Físico-Químicas poderia ter escrito um poema destes fazendo a intercepção da emoção com a razão.
Ponto de orvalho: temperatura à qual o vapor de água presente no ar ambiente passa ao estado líquido na forma de pequenas gotas.
domingo, janeiro 14, 2007
sexta-feira, janeiro 05, 2007
lá, onde a corrente electrónica flui
Imagem gentilmente cedida pela Joana
Temos por vezes a sensação de que a nossa cabeça é um órgão de resistência infinita, que podemos esticá-la até ao limite sem que haja ruptura. Esquecemos que em tudo somos humanos e que, tal como noutros sistemas, a falha pode acontecer surgindo então o desmoronar do império dos sentidos. A Física e a Química deixam então de funcionar como um todo, apercebemo-nos então de que algo está a funcionar mal e que a diferença de potencial se aproxima vertiginosamente do zero - torna-se imperativo fazer uma pausa.

terça-feira, janeiro 02, 2007
Acenda uma vela contra a pornografia infantil
'Mais de um milhão e meio de pessoas já assinaram a petição «on-line» . A pornografia através da Internet é uma indústria multimilionária.' In Expresso .
Feliĉigan Novan Jaron
Os Deuses vendem quando dão.
Compra-se a glória sem desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!
Fernando Pessoa, «O das Quinas», in Mensagem
Compra-se a glória sem desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!
Fernando Pessoa, «O das Quinas», in Mensagem
Subscrever:
Mensagens (Atom)