domingo, julho 30, 2006

(...)
“Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
Desta vaidade, a quem chamamos Fama!
Ó fraudulento gosto, que se atiça
C’uma aura popular, que honra se chama!
Que castigo tamanho e que justiça
Fazes no peito vão que muito te ama!
Que mortes, que perigos, que tormentas,
Que crueldades neles experimentas!“


(...) ....... Luís Vaz de Camões
......
À nossa volta a ânsia do poder, a incontrolável presença da intolerância, o autismo permanente, a ausência de reconhecimento dos direitos dos outros.

2 comentários:

manel disse...

Livra que mania a tua de só fazeres citações de poetas que tresandam a mofo... Para quando um upgrade do teu acervo literário no que diz respeito a poesia ? Sabes que depois do Camões já houve mais um ou dois ? Diz lá, sabes ?
Patareca da rapariga... Aiiiii...

pb disse...

Infelizmente é o mundo em que vivemos, salvo alguns oasis, poucos, o mundo da ganancia, do olhar só para o umbigo. Que mundo deixamos aos nosso filhos ? beijokas

PS: correu tudo bem ?