quarta-feira, novembro 01, 2006

As minhas ausências...

As razões...
Parto no vento já sem alento... silencio-me num penar sem fim, a minha inaudível voz refugia-se no silêncio das palavras que nada dizem... o meu pensamento cruza-se algures com a cauda do vento e nele me perco... afundo-me na aniquilação de mim própria.. hoje, morro...
Ouço o canto dos cisnes, vejo a dança da chuva... tudo encenações... refugio-me em ti ó doce e efémera felicidade...
Arrasto-me no silêncio da minha solidão, bebo o cálice da tristeza e sorvo a hóstia do desânimo. Já nada me embala, nada me alegra...

3 comentários:

MAM disse...

Também ando por aí, a ver se deixei a alegria pousada numa árvore, numa esquina que dobrei a correr, num resto de dia pardacento e quase imundo, inundado de lixo mediático, que nos deixa sem tempo para esperar o sol sem pensar no ozono.
até sempre.
um grande abraço amigo da
armandina

alecerosana disse...

Surpresa bonita o seu texto!
Abraço amigo!!

Mendes Ferreira disse...

NEM PENSAR!!!!!!!!!!!!


há sempre outro dia..eu sei que é um lugar comum mas eles existem: os lugares comuns!

Juro.