quarta-feira, julho 21, 2010

desabafo...

estes dias tão tristes, condicionados por vivências que o tempo não esquece. era verão e o sol brincava... sinto-te a falta, sinto-vos a falta... e já não sou eu, habita-me agora um ser que conhece os caminhos da dor apesar de ter nascido e vivido nos caminhos da alegria. e as taças? "mexe o G. nas taças e logo a A. é acusada, o G. por trás da mãe faz caretas e graças e a A. fica logo atrapalhada". montes verdejantes salpicados de desertos por entender. ah! se eu soubesse... dói-me a alma.

sábado, julho 17, 2010

Há os "deslumbrados" que ficam fascinados pelo poder, pelos altos cargos, pelo dinheiro e existo eu, este ser simples cuja capacidade de deslumbramento já não existe, que nada mais procura do que a sã convivência entre a existência e a essência. E há as anémonas e as amibas, os anfíbeos e anfotéricos e há os que vivem cada hora como se fosse a última. E os que sobrevivem rasgando a carne, não podendo usufruir da alma. E os que rasgam a alma alimentando a carne e já não quero entender!. E há o mundo, que é redondo!

quarta-feira, julho 14, 2010

angel



São os dias a correr e o precipício que ao longe se advinha. Ai! Porque corres tu por montes e vales, que não te apanho? E se eu tivesse asas? Seria um anjo? E os anjos, esses mensageiros do Divino, são pássaros que rodopiam num copioso folclore. Seria uma festa!

sexta-feira, julho 09, 2010

"Todas as cartas de amor são ridículas", mas o que na verdade é ridículo, é o "desamor".

terça-feira, junho 22, 2010

nostalgia

Há dias em que a nostalgia nos ataca de forma impiedosa, sem apelo nem agravo. E o audiolab solta sons que se reproduzem ecoando pela sala, fugindo por entre as frestas da janela, rasgando o silêncio da noite tão negra. E eles surgem, os fantasmas da alegria passada, calando a alegria presente e comprometendo a alegria futura.

segunda-feira, junho 14, 2010

sexta-feira, junho 11, 2010

amizade

Vulgarizado que está o conceito de amizade, há que inventar uma nova palavra para definir os que verdadeiramente nos querem bem, os que riem e choram connosco, os que nos franqueiam as portas, os que nos dizem a verdade, boa ou má. Distinguir os que mudam de passeio para não nos falarem, daqueles que o fazem para nos dar um sorriso.